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George Floyd, morto pela polícia nos EUA, pediu o fim da violência

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A morte de George Floyd, de 46 anos, provocada pela polícia de Minneapoles nos Estados Unidos, na segunda feira dia 25, gerou uma onda de manifestações pelo país, com milhares de pessoas indo as ruas para clamar que os responsáveis pelo crime sejam presos.

Internautas também abraçaram a causa por meio de uma enxurrada de publicações com a hashtag #BlackLivesMatter, expressão esta também usada no Brasil (#VidasNegrasImportam). Na última semana, protestos online ocorreram por aqui após mortes de jovens durante operações policiais em comunidades no Rio de Janeiro, após viralizar o caso de João Pedro.

O Comitê Judiciário da Câmara dos EUA, controlado pelos democratas, pediu nesta quinta-feira ao Departamento de Justiça que investigasse a má conduta policial sistêmica após uma série de assassinatos de cidadãos negros.

— Cara, eu sabia que era loucura, na minha idade, dizer isso e tolerar essa m*, mano. Vocês sabem o que estou dizendo, e metade dos jovens atiradores vai para casa e os joelhos tremem à noite, mas eles não mostram a ninguém porque não são fortes naquele tempo. Vamos, vamos para casa, cara. Será você e Deus. Você vai subir ou vai descer — acrescentou Floyd na gravação que vem emocionando usuários de redes sociais.

Assim como o policial Derek Chauvin, que se ajoelhou no pescoço de Floyd, os outros policiais envolvidos na ação, Thomas Lane, Tou Thao e J. Alexander Kueng, foram demitidos nesta terça-feira depois de inicialmente terem sido colocados em licença administrativa remunerada.

As autoridades tinham alegado na terça-feira que Floyd havia resistido à prisão. No entanto, imagens da cena não sustentavam essa versão. Além disso, outros casos de uso da força por Derek Chauvin ganharam evidência após as imagens da morte de Floyd repercutirem.

A irmã da vítima, Bridgett Floyd, ressaltou que a demissão dos policiais não é suficiente para fazer justiça.

O prefeito de Minneapolis, Jacob Frey, também pediu aos promotores na quarta-feira que prendam e acusem Chauvin por seu papel no incidente.

O governador de Minnesota, Tim Walz, disse que se sentiu “fisicamente doente” com a morte de Floyd e insistiu que haverá “justiça”. Diante dos muitos protestos realizados pelas ruas, contudo, ele fez um apelo nesta quarta-feira para que as pessoas pratiquem o distanciamento social e protestem pacificamente enquanto convocam os policiais a se conterem.

Alguns manifestantes chegaram a saquear uma loja de departamento e policiais foram vistos pulverizando spray de pimenta nas multidões, enquanto as pessoas jogavam grades de metal nas janelas da delegacia.

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